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segunda-feira, 23 de novembro de 2015
ALGUMAS CUIRIOSIDADES SOBRE OS CARBOIDRATOS
sábado, 21 de novembro de 2015
Classificação dos carboidratos
Ainda falando sobre a classificação dos carboidratos vamos finalir falando um pouco dos polissacarídeos.
Polissacarídeos
São uniões de várias unidades de glicose, diferindo
apenas no tipo de ligação. Os polissacarídeos são menos solúveis e mais
estáveis que os açúcares mais simples. São conhecidos como
carboidratos complexos.
Amido: É a reserva energética dos vegetais. Encontrados em grãos, raízes, vegetais e legumes. É a principal fonte de carboidrato da dieta, sendo recomendado de 50 a 55% do total de quilocalorias seja proveniente dos carboidratos complexos. Os amidos de diferentes fontes alimentares tais como o milho, arroz, batata, tapioca, mandioca, trigo, são polímeros de glicose com a mesma composição química e suas características são determinadas pelos números de unidades de glicose.
Glicogênio: É a forma de armazenamento dos
carboidratos nos seres humanos e nos animais no fígado e no tecido
muscular. Apesar da presença no tecido animal, a carne e outros produtos
animais não contêm quantidade apreciável de glicogênio. Devido a
Epinefrina e outros hormônios de estresse liberado na matança dos
animais, os estoques de glicogênio são esgotados. O glicogênio é
importante no metabolismo, pois ajuda a manter níveis de açúcar normais
durante períodos de jejum, como durante o sono e é combustível
imediato para contrações musculares.
Celulose: É o polissacarídeo constituinte da estrutura celular dos vegetais. A celulose não sofre ação das enzimas digestivas de humanos, com isso não é digerida e torna-se uma fonte importante de fibras da dieta. A celulose encontra-se apenas em vegetais: frutas, hortaliças, legumes, grãos, nozes e sementes.
Responsável: Camila
Fonte:http://www.brasilescola.com
Classificação dos carboidratos
Agora iremos falar um poucos dos dissacarídeos.
Dissacarídeos
São açúcares simples compostos de dois
monossacarídeos ligados. Uma reação de condensação ocorre quando dois
monossacarídeos se combinam e então uma molécula de água é liberada.
Para que sejam absorvidos é necessário que sejam hidrolisados e
transformados em monossacarídeos. Os principais são:
1) Sacarose = glicose + frutose
2) Lactose = glicose + galactose
3) Maltose = glicose + glicose
2) Lactose = glicose + galactose
3) Maltose = glicose + glicose
Maltose: É o açúcar do malte. Não é
encontrado livre na natureza. É obtido através os processos de digestão
por enzimas que quebram as moléculas grandes de amido em fragmentos de
dissacarídeos, os quais são convertidos em duas moléculas de glicose
para facilitar a absorção. É obtida pela indústria através da
fermentação de cereais em germinação, tais como a cevada, produzindo
etanol (álcool) e dióxido de carbono.
Responsável: Camila
Fonte: http://www.brasilescola.com
Classificação dos carbiodratos
Classificação:
Os carboidratos são classificados
como monossacarídeos, dissacarídeos e
polissacarídeos, vamos falar um pouco sobre eles, nesse post vamos falar sobre os monossacarídeos.
Monossacarídeos
A glicose é oxidada nas células para fornecer a
energia que é armazenada no fígado e músculos na forma de glicogênio. O
sistema nervoso central utiliza apenas glicose como fonte de
combustível. A glicose é abundante nas frutas, xarope de milho, mel e em
certas raízes. Nas frutas e vegetais o teor da glicose e frutose vai
depender da do estado de maturação e preservação.
| Galactose: É o açúcar do leite.
Não é encontrado livre na natureza. Combina-se com a glicose para
formar lactose. É obtida através da hidrólise (quebra) da lactose
durante o processo de digestão. Está presente no leite e em outros
produtos lácteos. Responsável: Camila Fonte: http://www.brasilescola.com/ |
Funções dos carboidratos no organismo
Funções dos carboidratos no organismo:
1) Principal fonte de energia do corpo. Deve ser suprido regularmente e em intervalos freqüentes, para satisfazer as necessidades energéticas do organismo. Num homem adulto, 300g de carboidrato são armazenados no fígado e músculos na forma de glicogênio e 10g estão em forma de açúcar circulante. Está quantidade total de glicose é suficiente apenas para meio dia de atividade moderada, por isso os carboidratos devem ser ingeridos a intervalos regulares e de maneira moderada. Cada 1 grama de carboidratos fornece 4 Kcal, independente da fonte (monossacarídeos, dissacarídeos, ou polissacarídeos).
5) A celulose e outros carboidratos indigeríveis auxiliam na eliminação do bolo fecal. Estimulam os movimentos peristálticos do trato gastrointestinal e absorvem água para dar massa ao conteúdo intestinal.
1) Principal fonte de energia do corpo. Deve ser suprido regularmente e em intervalos freqüentes, para satisfazer as necessidades energéticas do organismo. Num homem adulto, 300g de carboidrato são armazenados no fígado e músculos na forma de glicogênio e 10g estão em forma de açúcar circulante. Está quantidade total de glicose é suficiente apenas para meio dia de atividade moderada, por isso os carboidratos devem ser ingeridos a intervalos regulares e de maneira moderada. Cada 1 grama de carboidratos fornece 4 Kcal, independente da fonte (monossacarídeos, dissacarídeos, ou polissacarídeos).
2) Regulam o metabolismo protéico, poupando
proteínas. Uma quantidade suficiente de carboidratos impede que as
proteínas sejam utilizadas para a produção de energia, mantendo-se em
sua função de construção de tecidos.
3) A quantidade de carboidratos da dieta determina
como as gorduras serão utilizadas para suprir uma fonte de energia
imediata. Se não houver glicose disponível para a utilização das
células (jejum ou dietas restritivas), os lipídios serão oxidados,
formando uma quantidade excessiva de cetonas que poderão causar uma
acidose metabólica, podendo levar ao coma e a morte.
4) Necessários para o funcionamento normal do
sistema nervoso central. O cérebro não armazena glicose e dessa maneira
necessita de um suprimento de glicose sangüínea. A ausência pode causar
danos irreversíveis para o cérebro.5) A celulose e outros carboidratos indigeríveis auxiliam na eliminação do bolo fecal. Estimulam os movimentos peristálticos do trato gastrointestinal e absorvem água para dar massa ao conteúdo intestinal.
6) Apresentam função estrutural nas membranas plasmáticas da células.
Responsável: Camila
Fonte: http://www.sonutricao.com.br
sexta-feira, 20 de novembro de 2015
Contagem de carboidratos para diabéticos.
A contagem de carboidratos para diabéticos é um método simples que ajuda a controlar o açúcar no sangue. Na diabetes é fundamental o controle do açúcar no sangue, para evitar os sintomas do excesso ou falta de açúcar como visão turva. Os carboidratos se encontram nos alimentos que mais influenciam o nível de açúcar no sangue. Por isso, a sua contagem é importante para o controle glicêmico.
A contagem de carboidratos para diabéticos tipo 1 ajuda o paciente a ajustar a quantidade de insulina que tem de tomar, pois em adultos geralmente 1 unidade de insulina rápida ou ultra rápida que cobre 15 gramas de carboidratos. Os remédios com o nome de Humulin R, Novolin R ou Insunorm R têm este tipo de insulina.
A contagem de carboidratos para diabéticos tipo 2 permite controlar as quantidades de alimentos que se ingerem nas refeições.
Tabela de contagem de carboidratos para diabéticos
A tabela de contagem de carboidratos para diabéticos ajuda o paciente a saber quantos gramas de carboidrato ingere nas refeições.
| Alimentos | Medidas caseiras | Carboidratos |
| Leite desnatado | 1 copo | 10 g |
| Pão francês | 1 unidade | 28 g |
| Queijo minas | 1 fatia pequena | 1 g |
| Arroz | 1 colher de sopa | 6 g |
| Coxa de frango | 1 unidade média | 0 g |
| Tomate | 1 fatia pequena | 1 g |
| Pepino | 1 colher de sopa | 0 g |
| Milho | 1 colher de sopa | 6 g |
| Maçã | 1 unidade média | 20 g |
De acordo com a tabela, se o paciente fizer um lanche com uma maçã e um copo de leite vai ingerir 30 g de carboidratos. Assim, na diabetes tipo 1 o paciente teria que tomar 2 unidades de insulina rápida para cobrir as 30 gramas de carboidratos ingeridas.
Fonte: http://www.tuasaude.com.br
Responsável: Angélica Rebouças
Diabetes e os Carboidratos
Para um paciente diabético dependente do uso de insulina, toda e qualquer variação nos níveis de carboidratos ingeridos acarretam variações nos níveis de insulina ministrados. A qualidade, bem como a quantidade dos carboidratos consumidos são determinantes para as taxas glicêmicas do indivíduo e eles não podem ser abolidos da dieta, pois, além de serem fonte energética, especialmente para o cérebro, contribuem com fibras, vitaminas e minerais.Os carboidratos são encontrados de duas formas nos alimentos: a simples e a complexa. A primeira é constituída de sacarose, lactose e frutose, não demanda processos digestivos e logo após sua ingestão há aumento na glicemia. A segunda é constituída principalmente de amido, necessita de um processo digestivo demorado e, por esse motivo, o aumento glicêmico é lento e gradual. Basicamente, a principal diferença entre elas está no tempo decorrido entre a ingestão e a chegada da glicose ao sangue.
Após a glicose chegar ao sangue, sua entrada nas células é intermediada pela insulina, que pode ser comparada a uma chave que abre as portas. Dessa forma, não podemos viver sem o hormônio, já que se as portas não são abertas, a glicose não desempenha seu papel nutricional e é como se os alimentos não fossem utilizados, levando à desnutrição progressiva. Quando a insulina é produzida normalmente, grandes refeições são compensadas com a alta produção hormonal, assim como o jejum é acompanhado da quase interrupção na produção. Se a pessoa é diabética, esses processos não ocorrem e é preciso intervenção por meio da administração externa de insulina.
Recomenda-se que pacientes diabéticos consumam cerca de 50% das necessidades energéticas totais em carboidratos, uma porcentagem semelhante à recomendada aos não diabéticos. Esses carboidratos devem ser consumidos de diversas maneiras: frutas, verduras, grãos, massas etc., desde que supridos por doses adequadas de insulina. Assim, o plano alimentar e a administração da insulina devem ser individualizados.
Há situações específicas que podem causar mudanças na relação carboidrato-insulina. Uma delas é a prática de exercícios físicos pelos diabéticos. Geralmente a orientação é que o sujeito consuma 15 gramas extras de carboidrato antes das atividades. No caso de pacientes obesos, a adequação entre os exercícios físicos e a relação carboidrato-insulina se dá pela redução na dose de insulina e não pelo aumento do consumo de carboidrato.
Toda atenção é necessária na hora dos cuidados com o diabetes. Pacientes que não se tratam podem ter complicações como dificuldades de cicatrização, neuropatia diabética, nefropatia diabética, retinopatia diabética e disfunções sexuais.
Referência:
http://www.portaldiabetes.com.br
Responsável: Angélica Rebouças
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