Acadêmicos de Farmácia

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Fortaleza, Ceará, Brazil
Somos Acadêmicos do Curso de Farmácia pela Faculdade Metropolitana da Grande Fortaleza. Projeto: APS Modismos em nutrição Grupo: Carboidrato Equipe: Angélica Rebouças Camila Evania Alves Felipe Moura Isadélia Sara Jayrlla Moura Natália Viana

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

ALGUMAS CUIRIOSIDADES SOBRE OS CARBOIDRATOS

  • O carboidrato é o principal “combustível” utilizado na contração muscular e é o nutriente mais importante para o desempenho atlético.


  • A energia obtida nos carboidratos pode ser liberada no interior dos músculos em atividade a uma velocidade até três vezes maior do que a energia derivada da gordura.


  • As reservas de carboidratos no organismo são limitadas: quando esgotadas, impedem que os atletas pratiquem exercícios intensos, podendo levar à fadiga.


  • Para melhorar o desempenho é comum consumir suplementos de carboidratos durante a competição.


  • Os atletas que praticam exercícios intensos regularmente devem ingerir uma dieta rica em carboidratos para que possam repor as reservas de energia entre os treinos.


  • A reposição total das reservas de carboidratos do organismo leva, no mínimo, 20 h.
 

Responsável: Camila 

 

Fonte: www.tuasaude.com 

sábado, 21 de novembro de 2015

Classificação dos carboidratos

 Ainda falando sobre a classificação dos carboidratos vamos finalir falando um pouco dos polissacarídeos.

Polissacarídeos
São uniões de várias unidades de glicose, diferindo apenas no tipo de ligação. Os polissacarídeos são menos solúveis e mais estáveis que os açúcares mais simples. São conhecidos como carboidratos complexos.


Amido: É a reserva energética dos vegetais. Encontrados em grãos, raízes, vegetais e legumes. É a principal fonte de carboidrato da dieta, sendo recomendado de 50 a 55% do total de quilocalorias seja proveniente dos carboidratos complexos. Os amidos de diferentes fontes alimentares tais como o milho, arroz, batata, tapioca, mandioca, trigo, são polímeros de glicose com a mesma composição química e suas características são determinadas pelos números de unidades de glicose.
Glicogênio: É a forma de armazenamento dos carboidratos nos seres humanos e nos animais no fígado e no tecido muscular. Apesar da presença no tecido animal, a carne e outros produtos animais não contêm quantidade apreciável de glicogênio. Devido a Epinefrina e outros hormônios de estresse liberado na matança dos animais, os estoques de glicogênio são esgotados. O glicogênio é importante no metabolismo, pois ajuda a manter níveis de açúcar normais durante períodos de jejum, como durante o sono e é combustível imediato para contrações musculares.


Celulose: É o polissacarídeo constituinte da estrutura celular dos vegetais. A celulose não sofre ação das enzimas digestivas de humanos, com isso não é digerida e torna-se uma fonte importante de fibras da dieta. A celulose encontra-se apenas em vegetais: frutas, hortaliças, legumes, grãos, nozes e sementes.

Responsável: Camila 

Fonte:http://www.brasilescola.com

Classificação dos carboidratos

Agora iremos falar um poucos dos dissacarídeos. 
Dissacarídeos
São açúcares simples compostos de dois monossacarídeos ligados. Uma reação de condensação ocorre quando dois monossacarídeos se combinam e então uma molécula de água é liberada. Para que sejam absorvidos é necessário que sejam hidrolisados e transformados em monossacarídeos. Os principais são:
1) Sacarose = glicose + frutose
2) Lactose = glicose + galactose
3) Maltose = glicose + glicose
Sacarose: É o açúcar comum de mesa. Provém dos vegetais e é encontrado no açúcar de cana, no açúcar da beterraba, no açúcar da uva e no mel. O açúcar invertido é um xarope feito a partir da sacarose, quando submetida ao aquecimento na presença de uma substância ácida (suco de limão ou ácido acético - presente em diversas frutas e no vinagre). A inversão do açúcar provoca a quebra da sacarose em glicose e frutose. Está técnica é utilizada pela indústria alimentícia para a fabricação de balas, doces e sorvetes, para evitar que a açúcar comum cristalize e dê ao produto final uma desagradável consistência arenosa.

Lactose: É o açúcar do leite. Produzido exclusivamente nas glândulas mamárias dos lactentes. É formada pelos mamíferos através da glicose para suprir o componente carboidrato do leite durante a lactação. É o menos doce dos dissacarídeos. O leite humano contém de 6-8% e, o de vaca, de 4-6%.
Maltose: É o açúcar do malte. Não é encontrado livre na natureza. É obtido através os processos de digestão por enzimas que quebram as moléculas grandes de amido em fragmentos de dissacarídeos, os quais são convertidos em duas moléculas de glicose para facilitar a absorção. É obtida pela indústria através da fermentação de cereais em germinação, tais como a cevada, produzindo etanol (álcool) e dióxido de carbono.

Responsável: Camila 

Fonte: http://www.brasilescola.com

Classificação dos carbiodratos

Classificação:
Os carboidratos são classificados como monossacarídeos, dissacarídeos e polissacarídeos, vamos falar um pouco sobre eles, nesse post vamos falar sobre os monossacarídeos.

Monossacarídeos
Os monossacarídeos (açúcar simples) são as unidades básicas dos carboidratos.  São raramente encontrados livres na natureza, mas estão em formas de dissacarídeos e polissacarídeos. São os açúcares mais simples, não podem ser hidrolisados para uma forma mais simples. A maioria apresenta sabor doce. Constituem fonte prioritária de energia para os seres vivos. São facilmente absorvidos a nível intestinal. Caem rapidamente na corrente sangüínea, elevando o hormônio insulina.

Glicose: É a forma de açúcar comumente encontrada na corrente sanguínea. É o principal produto formado a partir da hidrólise dos carboidratos mais complexos no processo de digestão.
A glicose é oxidada nas células para fornecer a energia que é armazenada no fígado e músculos na forma de glicogênio. O sistema nervoso central utiliza apenas glicose como fonte de combustível. A glicose é abundante nas frutas, xarope de milho, mel e em certas raízes. Nas frutas e vegetais o teor da glicose e frutose vai depender da do estado de maturação e preservação.

Frutose: É o açúcar das frutas, mais doce de todos os monossacarídeos. Sua doçura varia conforme a fruta amadurece, ela se torna mais doce porque a sacarose se transforma em glicose e frutose. É encontrado nas frutas e mel.



Galactose: É o açúcar do leite. Não é encontrado livre na natureza. Combina-se com a glicose para formar lactose. É obtida através da hidrólise (quebra) da lactose durante o processo de digestão. Está presente no leite e em outros produtos lácteos.





Responsável: Camila

Fonte: http://www.brasilescola.com/

Funções dos carboidratos no organismo

Funções dos carboidratos no organismo:
 
1) Principal fonte de energia do corpo. Deve ser suprido regularmente e em intervalos freqüentes, para satisfazer as necessidades energéticas do organismo. Num homem adulto, 300g de carboidrato são armazenados no fígado e músculos na forma de glicogênio e 10g estão em forma de açúcar circulante. Está quantidade total de glicose é suficiente apenas para meio dia de atividade moderada, por isso os carboidratos devem ser ingeridos a intervalos regulares e de maneira moderada. Cada 1 grama de carboidratos fornece 4 Kcal, independente da fonte (monossacarídeos, dissacarídeos, ou polissacarídeos).
2) Regulam o metabolismo protéico, poupando proteínas. Uma quantidade suficiente de carboidratos impede que as proteínas sejam utilizadas para a produção de energia, mantendo-se em sua função de construção de tecidos.
3) A quantidade de carboidratos da dieta determina como as gorduras serão utilizadas para suprir uma fonte de energia imediata. Se não houver glicose disponível para a utilização das células (jejum ou dietas restritivas), os lipídios serão oxidados, formando uma quantidade excessiva de cetonas que poderão causar uma acidose metabólica, podendo levar ao coma e a morte.
4) Necessários para o funcionamento normal do sistema nervoso central. O cérebro não armazena glicose e dessa maneira necessita de um suprimento de glicose sangüínea. A ausência pode causar danos irreversíveis para o cérebro.
5) A celulose e outros carboidratos indigeríveis auxiliam na eliminação do bolo fecal. Estimulam os movimentos peristálticos do trato gastrointestinal e absorvem água para dar massa ao conteúdo intestinal.
6) Apresentam função estrutural nas membranas plasmáticas da células.


Responsável: Camila 

Fonte: http://www.sonutricao.com.br

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Contagem de carboidratos para diabéticos.




A contagem de carboidratos para diabéticos é um método simples que ajuda a controlar o açúcar no sangue. Na diabetes é fundamental o controle do açúcar no sangue, para evitar os sintomas do excesso ou falta de açúcar como visão turva. Os carboidratos se encontram nos alimentos que mais influenciam o nível de açúcar no sangue. Por isso, a sua contagem é importante para o controle glicêmico. 
contagem de carboidratos para diabéticos tipo 1 ajuda o paciente a ajustar a quantidade de insulina que tem de tomar, pois em adultos geralmente 1 unidade de insulina rápida ou ultra rápida que cobre 15 gramas de carboidratos. Os remédios com o nome de Humulin R, Novolin R ou Insunorm R têm este tipo de insulina.
A contagem de carboidratos para diabéticos tipo 2 permite controlar as quantidades de alimentos que se ingerem nas refeições.

Tabela de contagem de carboidratos para diabéticos

A tabela de contagem de carboidratos para diabéticos ajuda o paciente a saber quantos gramas de carboidrato ingere nas refeições.
AlimentosMedidas caseirasCarboidratos
Leite desnatado1 copo 10 g
Pão francês1 unidade28 g
Queijo minas1 fatia pequena1 g
Arroz1 colher de sopa6 g
Coxa de frango1 unidade média0 g
Tomate1 fatia pequena1 g
Pepino1 colher de sopa0 g
Milho1 colher de sopa6 g
Maçã1 unidade média20 g
De acordo com a tabela, se o paciente fizer um lanche com uma maçã e um copo de leite vai ingerir 30 g de carboidratos. Assim, na diabetes tipo 1 o paciente teria que tomar 2 unidades de insulina rápida para cobrir as 30 gramas de carboidratos ingeridas.



Fonte: http://www.tuasaude.com.br


Responsável: Angélica Rebouças

Diabetes e os Carboidratos



Para um paciente diabético dependente do uso de insulina, toda e qualquer variação nos níveis de carboidratos ingeridos acarretam variações nos níveis de insulina ministrados. A qualidade, bem como a quantidade dos carboidratos consumidos são determinantes para as taxas glicêmicas do indivíduo e eles não podem ser abolidos da dieta, pois, além de serem fonte energética, especialmente para o cérebro, contribuem com fibras, vitaminas e minerais.


Os carboidratos são encontrados de duas formas nos alimentos: a simples e a complexa. A primeira é constituída de sacarose, lactose e frutose, não demanda processos digestivos e logo após sua ingestão há aumento na glicemia. A segunda é constituída principalmente de amido, necessita de um processo digestivo demorado e, por esse motivo, o aumento glicêmico é lento e gradual. Basicamente, a principal diferença entre elas está no tempo decorrido entre a ingestão e a chegada da glicose ao sangue.


Após a glicose chegar ao sangue, sua entrada nas células é intermediada pela insulina, que pode ser comparada a uma chave que abre as portas. Dessa forma, não podemos viver sem o hormônio, já que se as portas não são abertas, a glicose não desempenha seu papel nutricional e é como se os alimentos não fossem utilizados, levando à desnutrição progressiva. Quando a insulina é produzida normalmente, grandes refeições são compensadas com a alta produção hormonal, assim como o jejum é acompanhado da quase interrupção na produção. Se a pessoa é diabética, esses processos não ocorrem e é preciso intervenção por meio da administração externa de insulina.


Recomenda-se que pacientes diabéticos consumam cerca de 50% das necessidades energéticas totais em carboidratos, uma porcentagem semelhante à recomendada aos não diabéticos. Esses carboidratos devem ser consumidos de diversas maneiras: frutas, verduras, grãos, massas etc., desde que supridos por doses adequadas de insulina. Assim, o plano alimentar e a administração da insulina devem ser individualizados.

Há situações específicas que podem causar mudanças na relação carboidrato-insulina. Uma delas é a prática de exercícios físicos pelos diabéticos. Geralmente a orientação é que o sujeito consuma 15 gramas extras de carboidrato antes das atividades. No caso de pacientes obesos, a adequação entre os exercícios físicos e a relação carboidrato-insulina se dá pela redução na dose de insulina e não pelo aumento do consumo de carboidrato.


Toda atenção é necessária na hora dos cuidados com o diabetes. Pacientes que não se tratam podem ter complicações como dificuldades de cicatrização, neuropatia diabética, nefropatia diabética, retinopatia diabética e disfunções sexuais.




Referência:
http://www.portaldiabetes.com.br




Responsável: Angélica Rebouças